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GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Diretoria Central de Gestão de Serviços e Infraestrutura de TIC |
Anexo nº D - ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS PROJETOS - v./SEPLAG/DCGSITIC/2025
PROCESSO Nº 1500.01.0208721/2024-76
ANEXO D - ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS PROJETOS
DESCRITIVO DOS SERVIÇOS E MATERIAIS A SEREM CONSIDERADOS EM PROJETOS
Se edificação possuir forro de teto, os eletrodutos deverão ser acomodados no entreforro;
Caso a edificação possua forro de teto, os eletrodutos deverão ser acomodados no entreforro.
A quantidade máxima de cabos por eletroduto deve obedecer às normas de caminhos e espaços, bem como às especificações EIA/TIA.
Utilização aparente de eletroduto flexível corrugado tipo “seal tube”, galvanizado, revestido em PVC antichamas, diâmetro nominal mínimo de 1”.
Utilização de acessórios, assim como condulete ou caixa de sobrepor em alumínio, tampa cega UNIDUT, abraçadeira tipo D com cunha de aperto, suportes para eletrocalha e leito aramado, parafuso, bucha, arruela, porcas e demais acessórios.
A quantidade máxima de cabos nos eletrodutos flexíveis deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Instalação aparente de eletrocalha de aço galvanizado, dimensões de 25 até 300 mm (largura) x 25 até 100 mm (altura), perfurada ou lisa, septada, com tampa e acessórios.
Utilização de acessórios, assim como tampa, curva, derivação TE, saída de cabo, cruzeta, curva, junção, cordoalha chata flexível, suporte, tirante, mão francesa, suspensão para tirante, bucha, parafuso, porcas, arruela, pinos de fixação tipo Walsiva e demais acessórios.
Interligação de eletrocalhas/perfilados por meio de cordoalha chata flexível em cobre.
Aterramento de eletrocalha/perfilado ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCE ou QDGI/ QDCI.
A quantidade máxima de cabos por eletrocalha ou perfilado deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Utilização aparente de leito aramado de aço galvanizado, dimensões de 25 mm até 300 mm (largura) x 25 mm até 100 mm (altura) e respectivos acessórios.
Utilização de acessórios, assim como cruzeta horizontal 90º, curva horizontal 45º, curva horizontal 90º, curva vertical externa 45º, curva vertical externa 90º, curva vertical interna 45º, curva vertical interna 90º, redução concêntrica, TE horizontal, emenda, cordoalha chata flexível, gancho de suspensão, tirante, mão francesa, bucha, parafuso, arruela, porcas, presilhas, pinos de fixação tipo Walsiva e demais acessórios.
Interligação de leitos através de cordoalha chata flexível em cobre.
Aterramento dos leitos ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos nos leitos deve obedecer às normas de caminhos e espaços e a EIA/TIA.
Utilização aparente de canaleta em material termoplástico auto extinguível ou alumínio, septada dimensões de 25 mm até 100 mm (largura) x 25 mm até 50 mm (altura) com tampa e acessórios, para passagem de cabos UTP CAT 5e/ 6.
Utilização de acessórios, assim como tampa, curva, cruzamento, segmento, adaptador para eletroduto, cordoalha chata flexível, bucha de redução, tampão, luva de arremate, tampa terminal, arremate de parede, derivação TE, suporte, parafuso, bucha, porcas, demais acessórios.
Instalação aparente de canaleta meia-lua ou abaulada de piso em material termoplástico auto extinguível ou alumínio, septada, com tampa e acessórios, para passagem de patch-cords UTP.
Utilização de acessórios, assim, como tampa, curva, tampa terminal, arremate de parede, derivação, suporte, parafuso, bucha, porcas e demais acessórios.
Aterramento da canaleta ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos nas canaletas deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Se a estação de trabalho se encontrar em área onde possuir circulação ao seu redor, recomenda-se a utilização de poste ou coluna de tomadas.
Utilização aparente de poste ou coluna de tomadas em chapa de aço galvanizada com pintura eletrostática e texturizada, septado.
Utilização de acessórios como base, arremates, tampas, suportes para tomada de energia, suporte para tomada RJ-45, sapatas de fixação, cordoalha chata flexível, parafuso, bucha, porcas e demais acessórios.
O travamento mecânico do poste ou da coluna deve ser executado no piso e no teto.
O poste ou coluna deve possuir canaleta própria para comportar rede de energia elétrica e comunicação.
Aterramento de poste ou coluna, construída em material metálico, ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos por poste ou coluna de tomada deve obedecer às normas de caminhos e espaços e a EIA/TIA.
Utilização e buchas e arruelas de alumínio para acabamento das extremidades dos eletrodutos.
Utilização de abraçadeiras tipo D com cunha de aperto.
Recomenda-se espaçamento de 1,5 m entre abraçadeiras.
Caixa de saída dos pontos de telecomunicações:
Utilização de conduletes de alumínio.
Utilização de caixas e/ou suportes de tomadas para poste e/ou coluna de tomadas.
Utilização de caixa de superfície. Esta deve ser manufaturada em material plástico de alto impacto e retardante a chamas. Deve também ter marcação numérica para cada orifício. A caixa de montagem em superfície deve proporcionar encaixe perfeito para tomada, tampão e ícone. A cor deve ser neutra e de acordo com a cor de tomada e tampão.
Utilização de condulete de alumínio.
Utilização de caixa até 40 x 40 x 15 cm, observando a quantidade de cabos passantes.
Utilização de caixa de telefonia padrão ANATEL (Telebrás) de sobrepor, metálica com pintura eletrostática a pó, até 02 portas com fechadura e ventilação, fundo de madeira pintado, dimensões até 200 x 200 x 24 cm.
Utilização de acessórios como parafuso, bucha, arruela, fixador de cabos, passa cabos, gancho, pino teste, conector de aterramento, anilha, etiquetas e demais acessórios.
Rack (ou Armário de Telecomunicações (AT)): é o espaço destinado à transição entre o caminho primário e o secundário, com conexão cruzada, podendo abrigar equipamento ativo.
Ponto de Consolidação de Cabos (PCC): local no cabeamento secundário, sem conexão cruzada, onde poderá ocorrer mudança da capacidade do cabo, visando flexibilidade. A NBR-14565 também estabelece que a administração de rede interna de sistema de cabeamento estruturado compreende toda a documentação, incluindo todas as etiquetas, placas de identificação, planta dos pavimentos, cortes esquemáticos dos caminhos e espaços das redes primária e secundária, tabela e detalhes construtivos inscritos no projeto e o memorial descritivo de rede interna.
Utilização de rack aberto em chapa de aço pintada em epóxi, conjunto segundo plano de montagem, largura padrão 19’’, com guias de cabos verticais na face externa das colunas, altura mínima conforme tabela a seguir.
Utilização de rack fechado em chapa de aço pintada em epóxi, fechamentos laterais removíveis, porta frontal com visor de acrílico, policarbonato, vidro temperado ou metálico, teto com no mínimo 2 ventiladores, conjunto segundo plano de montagem, largura padrão 19”, altura mínima e profundidade mínima conforme tabela a seguir.
O rack deverá comportar os seguintes equipamentos e componentes do cabeamento: modem com bandeja para suporte, roteador com bandeja para suporte e outros ativos de rede, patch panel com os respectivos guias de cabos e régua de tomada elétrica padrão brasileiro (norma NBR 14136). A régua no padrão 19’’ deve possuir, no mínimo, a quantidade de tomadas indicadas na tabela abaixo, além de manter folga mínima de pelo menos 2Us.
Deverão ser consideradas as seguintes unidades no rack: 02 U’s para DIO, 02 U’s para modem, 02 U’s para roteador, 01 U para cada ativo de rede, 01 U para cada patch panel, 01 U para cada guia de cabos, 01 U para barra de tomadas e 04 U’s para blocos e guias.
Modem, roteador e demais ativos de rede serão fornecidos e instalados pela Unidade Contratante do serviço.
O PCC deverá comportar componentes do cabeamento: voice panel, bloco de conexão 110 IDC e adaptador para fixação em rack 19’’, com conectores (connecting blocks) inclusos.
Aterramento da carcaça e da porta do rack.
Os afastamentos laterais do rack deverão ser de, no mínimo, 50 centímetros.
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RACK PADRÃO 19’’ |
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RACK |
ALTURA MÍNIMA |
PROFUNDIDADE MÍNIMA |
FIXAÇÃO |
QUANTIDADE MÍNIMA DE VENTILADORES |
QUANTIDADE DE TOMADAS |
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AT - Aberto |
40 U |
- |
Piso |
- |
12 |
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AT - Fechado |
40 U |
670 mm |
Piso |
2 |
12 |
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AT - Fechado |
24 U |
670 mm |
Piso |
2 |
08 |
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AT - Fechado |
12 U |
580 mm |
Parede |
- |
- |
Utilização de guia de cabos horizontais com tampa, em chapa de aço esmaltado, padrão 19’’.
Utilização de organizador de cabos horizontais, em chapa de aço esmaltado, padrão 19’’.
Instalação de guia de cabos junto a cada ativo de rede e a cada patch panel/voice panel.
Instalação de guia de cabos apropriado para cada bloco de conexão 110 IDC.
REDE DE CABEAMENTO ESTRUTURADO: Considera-se rede de cabeamento estruturado a rede interna projetada de modo a prover uma infraestrutura que permita flexibilidade para os serviços de comunicação.
Utilização de cabeamento para dados/voz/multimídia conforme norma NBR–14565 e EIA/TIA–568 B.
Os componentes empregados no cabeamento, tais como, tomadas, cabos UTP, patch cord e patch panel deverão ser padronizados e produzidos por um mesmo fabricante.
Deverá ser previsto 01 ponto de comunicação para cada tipo de equipamento (microcomputador, impressora laser, impressora multifuncional, copiadora, CPCT (Central Privativa de Comutação Telefônica – PABX), NOBREAK, servidor de antivírus, microtarifador, telefone e outros dispositivos que vierem a integrar a rede).
Não será necessário prever a instalação de pontos lógicos para impressora matriciais, jato de tinta ou scanner, pois estes dispositivos serão conectados diretamente ao microcomputador.
Utilização de tomada modular de 8 vias tipo RJ-45 fêmea CAT6, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, com capacidade para, no mínimo, 700 inserções, com terminais de conexão, padrão IDC 110, contatos da porta RJ-45 modulares, podendo ser instalados em espelhos, caixas de superfície, conduletes, etc, com janela protetora sobre porta RJ-45, fechada quando não utilizada, material plástico de alto impacto, retardante á chamas, termoplástico, atendendo características para desempenho especificado até 250Mhz e velocidades de 1Gbps até 10Gbps, contendo vias de contato com camadas de 2,54 µm (micrômetros) de níquel e 1,27 µm (micrômetros) de ouro.
Utilização de tomada modular de 8 vias tipo RJ-45 fêmea blindado CAT6, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, com capacidade para, no mínimo, 700 inserções, com terminais de conexão, padrão IDC 110, contatos da porta RJ-45 modulares, podendo ser instalados em espelhos, caixas de superfície, conduletes, etc, com janela protetora sobre porta RJ-45, fechada quando não utilizada, material com invólucro metálico e vínculo elétrico com a blindagem do cabo, retardante á chamas, atendendo características para desempenho especificado até 250Mhz, com proteção extra contra ingresso e egresso de indução eletromagnética e interferência por rádio frequência, velocidades de 1Gbps até 10Gbps, contendo vias de contato com camadas de 2,54 µm (micrômetros) de níquel e 1,27 µm (micrômetros) de ouro.
Utilização de tomada modular de 8 vias tipo RJ-45 fêmea CAT5e, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, com capacidade para, no mínimo, 700 inserções, com terminais de conexão, padrão IDC 110, contatos da porta RJ-45 modulares, podendo ser instalados em espelhos, caixas de superfície, conduletes, etc., com janela protetora sobre porta RJ-45, fechada quando não utilizada, material plástico de alto impacto, retardante á chamas, termoplástico, atendendo características para desempenho especificado até 250Mhz e velocidades de 1Gbps até 10Gbps, contendo vias de contato com camadas de 2,54 µm (micrômetros) de níquel e 1,27 µm (micrômetros) de ouro.
Utilização de tomada modular de 8 vias tipo RJ-45 fêmea blindado CAT5e, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, com capacidade para, no mínimo, 700 inserções, com terminais de conexão, padrão IDC 110, contatos da porta RJ-45 modulares, podendo ser instalados em espelhos, caixas de superfície, conduletes, etc., com janela protetora sobre porta RJ-45, fechada quando não utilizada, material com invólucro metálico e vínculo elétrico com a blindagem do cabo, retardante á chamas, atendendo características para desempenho especificado até 250Mhz, com proteção extra contra ingresso e egresso de indução eletromagnética e interferência por rádio frequência, velocidades de 1Gbps até 10Gbps, contendo vias de contato com camadas de 2,54 µm (micrômetros) de níquel e 1,27 µm (micrômetros) de ouro.
Identificação de todas as tomadas empregadas, por meio de etiquetas legíveis e indeléveis, fixadas nas tampas das caixas.
Utilização de cabo CAT6 homologado pela ANATEL, 4 pares, 100 ohms, UTP, 23 AWG, para 250 MHz, condutores de cobre rígido, isolação em polietileno de alta densidade, capa em PVC, antichamas, possuir características elétricas e que garanta taxas de transmissão de 1 Gbps até 10 Gbps.
Utilização de cabo CAT6 blindado homologado pela ANATEL, indoor/outdoor, 4 pares, 100 ohms, UTP, 23 a 26 AWG, para 250 MHz, condutores sólidos de cobre nu, capa interna em PVC antichamas, fita bloqueadora de água entre capas interna e externa, capa externa em PVC resistente a intempéries, antichamas, blindagem em fita metalizada no cabo e possuir características elétricas que garantam taxas de transmissão de 1 Gbps até 10 Gbps.
Utilização de cabo categoria 5e homologado pela ANATEL, 4 pares, 100 ohms, UTP, 23 AWG, para 250 MHz, condutores de cobre rígido, isolação em polietileno de alta densidade, capa em PVC, antichamas, possuir características elétricas e que garanta taxas de transmissão de 1 Gbps até 10 Gbps.
Utilização de cabo categoria 5e blindado homologado pela ANATEL, indoor/outdoor, 4 pares, 100 ohms, UTP, 23 a 26 AWG, para 250 MHz, condutores sólidos de cobre nu, capa interna em PVC antichamas, fita bloqueadora de água entre capas interna e externa, capa externa em PVC resistente a intempéries, antichamas, blindagem em fita metalizada no cabo e possuir características elétricas que garantam taxas de transmissão de 1 Gbps até 10 Gbps.
Identificação de todos os cabos empregados, por meio de etiquetas legíveis e indeléveis, fixadas nas extremidades.
Cabeamento vertical (backbone):
Cabeamento vertical ou backbone de cabo CAT6 ou 5e de 4 pares, UTP homologado pela ANATEL, conforme descrito no item 1.2.2.
Cabeamento do backbone de dados, utilização de cabo óptico homologado pela ANATEL, composto por unidades básicas de 4, 6 ou 12 fibras, do tipo multimodo de 50/125 e 62,5/125 µm (micrômetros), não geleada para passagem interna e geleada para passagem externa.
Cabo com alta resistência mecânica, elemento de tração em kevlar e a capa dos cabos deverá ser em termoplástico resistente à umidade, às intempéries e à propagação de chamas.
Utilização de cabo metálico CI-50 de até 100 pares, constituído por pares de condutores de cobre estanhado, isolados em PVC e capa externa de PVC, antichamas.
Blocos BLI-10 ou BER-10 e IDC (110).
Blocos de proteção para até 100 pares com módulo de proteção.
Módulo de Proteção (MP) de rede de 2 pares - dispositivo dotado de fusíveis que protegem a rede de tensões elevadas ou sobrecargas, composto de carvão e gás (centelhador). Os fusíveis deverão ser ligados ao aterramento.
Identificação de todos os cabos empregados, por meio de etiquetas indeléveis, fixadas nas extremidades.
Para o cabeamento LPCD, utilizar cabo CAT6 ou 5e de 4 pares, UTP homologado pela ANATEL, conforme descrito no item 1.2.2, conectorizado em bloco de proteção no DG e em patch panel no AT.
Bloco de proteção para até 100 pares com módulo de proteção.
Módulo de Proteção (MP) de rede de 2 pares - dispositivo dotado de fusíveis que protegem a rede de tensões elevadas ou sobrecargas, composto de carvão e gás (centelhador). Os fusíveis deverão ser ligados ao aterramento.
Identificação de todos os cabos empregados, por meio de etiquetas indeléveis, fixadas nas extremidades.
Padrão de entrada de comunicação:
No caso de ausência ou insuficiência do ponto de entrada de comunicação, este deverá ser projetado conforme normas que regem essa matéria.
Patch panel / Voice panel:
Utilização de patch panel CAT6, conforme indicação de projeto, com até 48 portas, conectores modulares de 8 vias do tipo RJ-45 na parte frontal, possuindo banho de ouro com 50 micropolegadas nos contatos tipo RJ, atendendo aplicações de redes de alta velocidade, que opere taxas de transmissão de dados de no mínimo 1 Gbps.
Utilização de patch panel CAT6 blindado, conforme indicação de projeto, com até 48 portas, conectores blindados modulares de 8 vias do tipo RJ-45 na parte frontal, possuindo banho de ouro com 50 micropolegadas nos contatos tipo RJ, possuir vínculo elétrico de aterramento dos conectores blindados e da carcaça do patch panel, atendendo aplicações de redes de alta velocidade, que opere taxas de transmissão de dados de no mínimo 1 Gbps.
Utilização de patch panel CAT5e, conforme indicação de projeto, com até 48 portas, conectores modulares de 8 vias do tipo RJ-45 na parte frontal, possuindo banho de ouro com 50 micropolegadas nos contatos tipo RJ, atendendo aplicações de redes de alta velocidade, que opere taxas de transmissão de dados de no mínimo 1 Gbps.
Utilização de patch panel CAT5e blindado, conforme indicação de projeto, com até 48 portas, conectores blindados modulares de 8 vias do tipo RJ-45 na parte frontal, possuindo banho de ouro com 50 micropolegadas nos contatos tipo RJ, possuir vínculo elétrico de aterramento dos conectores blindados e da carcaça do patch panel, atendendo aplicações de redes de alta velocidade, que opere taxas de transmissão de dados de no mínimo 1 Gbps.
Utilização de voice panel categoria 3 ou superior, conforme indicação de projeto, 30 ou 50 portas com conectores RJ-45 e padrão de pinagem para voz de 2 pares por porta.
Identificação de todas as portas do patch panel / voice panel, por meio de etiquetas legíveis e indeléveis.
Utilização de cabo flat para telefone e fax RJ-11/RJ-11 homologado pela ANATEL, até 2 pares, com até 10 m de comprimento.
Utilização de patch-cord categoria 3 ou superior homologado pela ANATEL, conforme indicação de projeto, flexível, 1 par, até 1,50 m de comprimento, com condutores de cobre multifilares, não blindados, 24 AWG, isolamento entre pares de polietileno, capa externa composta de PVC antichamas. Com conector 110 em termoplástico de alto impacto em ambas as extremidades, conectorizados, testado e certificado em fábrica.
Utilização de patch-cord categoria 3 ou superior homologado pela ANATEL, conforme indicação de projeto, flexível, 1 par, até 3,00 m de comprimento, com condutores de cobre multifilares, não blindados, 24 AWG, isolamento entre pares de polietileno, capa externa composta de PVC antichamas. Com conector 110 em termoplástico de alto impacto e plug RJ-45 (8P8C) em policarbonato incolor com contatos revestidos de 50 micropolegadas de ouro sobre camada de 100 micropolegadas de níquel, conectorizados, testados e certificados em fábrica.
Utilização de patch-cord CAT6 homologado pela ANATEL, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, flexível, 4 pares, até 3,00 m de comprimento, com condutores de cobre multifilares, não blindados, 24 AWG, isolamento entre pares de polietileno, capa externa composta de PVC antichamas com conector 110 em termoplástico de alto impacto e plug RJ-45 (8P8C) em policarbonato incolor, contatos revestidos de 50 micropolegadas de ouro sobre camada de 100 micropolegadas de níquel. Deverão garantir taxas de transmissão de até 1000 Mbps, conectorizado, testado e certificado em fábrica.
Utilização de patch-cord CAT6 homologado pela ANATEL, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, flexível, 4 pares, até 10 m de comprimento, com condutores de cobre multifilares 24 AWG, capa de PVC, com plugs do tipo RJ-45 de 8 vias em ambas as extremidades, possuindo banho de ouro com 50 micropolegadas nos contatos tipo RJ, com capa termoplástica protetora do conector RJ-45. Deverão garantir taxas de transmissão de no mínimo 1 Gbps, conectorizado, testado e certificado em fábrica.
Utilização de patch-cord CAT5e homologado pela ANATEL, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, flexível, 4 pares, até 3,00 m de comprimento, com condutores de cobre multifilares 24 AWG, capa de PVC, com plugs do tipo RJ-45 de 8 vias em ambas as extremidades, possuindo banho de ouro com 50 micropolegadas nos contatos tipo RJ, com capa termoplástica protetora do conector RJ-45. Deverão garantir taxas de transmissão de no mínimo 1 Gbps, conectorizado, testado e certificado em fábrica.
Utilização de patch-cord CAT5e homologado pela ANATEL, padrão T568A/B, conforme indicação de projeto, flexível, 4 pares, até 10 m de comprimento, com condutores de cobre multifilares, 24 AWG, com plugs do tipo RJ-45 de 8 vias em ambas as extremidades, possuindo banho de ouro. Deverão garantir taxas de transmissão de no mínimo 10 Gbps, conectorizado, testado e certificado em fábrica.
Utilização de cordão óptico duplex SC/SC, SC/LC, LC/LC multimodo de 50/125 µm (micrômetros) e 62,5/125 µm (micrômetros) homologado pela ANATEL, conforme indicação de projeto, de até 20 m de comprimento, com elemento de tração dielétrico, capa externa em material termoplástico retardante a chamas, montado e testado em fábrica.
Identificação do patch cord e cordão óptico, por meio de etiquetas legíveis e indeléveis nas duas extremidades.
Utilização de bloco de conexão tipo IDC (110) de até 100 pares, CAT6, com ou sem pernas dependendo do local de instalação, de material termoplástico de alto impacto e retardante a chamas, suportando a colocação de conectores (connecting blocks) de 4 ou 5 pares, com porta etiquetas transparente, devendo as terminações ser etiquetadas obedecendo ao código de cores da norma EIA/TIA-606.
Identificação do bloco de conexão, por meio de etiquetas legíveis e indeléveis.
Utilização de distribuidor interno óptico (DIO) ou bastidor óptico modular, fixo, 4Us, padrão 19”, com acessórios como: bandejas individuais de emenda, módulos cego, portas frontais e traseiras articuladas constituídas em policarbonato preto, porta traseira equipada com bloqueios para mecanismo de travamento opcional, protetores de entrada para cabos externos, limitadores de curvatura de fibra, organizador de cabos frontal, etiquetas para identificação, painel articulado de emenda (terminação desliza para fora do produto para facilitar acesso), parafusos e demais acessórios.
Utilização de distribuidor interno óptico (DIO) ou bastidor óptico modular, gaveta, 1U, padrão 19’’, com acessórios como: bandejas individuais para emenda mecânica ou fusão, módulos cego, organizador de cabos frontal, tampa de cobertura em acrílico, etiquetas para identificação, parafusos e demais acessórios.
Utilização de módulo com 3 acopladores SC ou módulo com 6 acopladores LC, duplex multimodo homologado pela ANATEL, com acessórios como: extensões ópticas conectorizadas com conectores SC e LC do tipo multimodo de 50/125 µm (micrômetros) ou 62,5/125 µm (micrômetros), utilizando emenda por conectorização ou fusão, etiquetas para identificação de emendas de fibra e terminações, abraçadeira tipo hellermann, abraçadeira em velcro, demais acessórios.
Utilização de acoplador SC duplex multimodo de 62,5/125 µm (micrômetros) homologado pela ANATEL, com acessórios como: extensões ópticas conectorizadas com conectores SC do tipo multímodo de 62,5/125 µm (micrômetros), utilizando emenda por conectorização ou fusão, etiquetas para identificação de emendas de fibra e terminações, abraçadeira tipo hellermann, abraçadeira em velcro, demais acessórios.
Identificação dos distribuidores ópticos, por meio de etiquetas legíveis e indeléveis.
Conectorização, fusão e certificação:
Todos os pontos deverão ser conectorizados, fundidos e certificados.
Os testes em cabos ópticos deverão ser realizados com aparelhos do tipo “Power Meter” para continuidade e OTDR para atenuação.
Os testes em cabos de par trançado não blindado (UTP) deverão ser realizados com aparelho de certificação recomendados, por norma, para as categorias 5e 6.
Deverão ser fornecidos os certificados de calibração dos aparelhos de certificação utilizados com, no mínimo, um ano de validade.
As instalações deverão ser certificadas com base na norma NBR-14565 e EIA/TIA-568 B, verificando-se, para as categorias 5e e 6:
Correta conexão de todos os pinos-mapa de fios (wire map);
Comprimento máximo dos cabos dentro da norma-100m [90m de cabo fixo + 10m patch cords] (Length);
Resistência (Resistance);
Atenuação (Attenuation);
Atraso de Propagação (Propagation Delay);
Desvio do Retardo (Delay Skew);
Perda de Retorno (Return Loss);
Perda de Inserção (Insertion Loss);
NEXT (Near End Crosstalk);
PS NEXT (Power Sum Near End Crosstalk);
ACR ou ACRN (Attenuation to Crosstalk Ratio – Extremidade Próxima);
PS ACR ou PS ACR-N (Power Sum Attenuation to Crosstalk Ratio – Extremidade Próxima);
FEXT (Far End Crosstalk);
ELFEXT (Equal Level Far End Crosstalk) ou ACRF (Attenuation to Crosstalk Ratio – Extremidade Distante);
PS ELFEXT (Power Sum Equal Level Far End Crosstalk) ou PS ACRF (Power Sum Attenuation to Crosstalk Ratio – Extremidade Distante).
Infraestrutura para instalações de energia elétrica estabilizada/ não estabilizada: Considera-se infraestrutura para instalações de energia elétrica todos os materiais utilizados para abrigar a rede de energia elétrica estabilizada/não estabilizada da edificação.
Utilização de eletroduto, curva e luva de ferro galvanizado, rosqueável, nas áreas internas e externas da edificação, com diâmetro mínimo de 1”;
Se edificação possuir forro de teto, os eletrodutos deverão ser acomodados no entreforro;
A quantidade máxima de cabos por eletroduto deve obedecer às normas de caminhos e espaços e a EIA/TIA.
Utilização aparente de eletroduto flexível corrugado tipo “seal tube”, galvanizado, revestido em PVC antichamas, diâmetro nominal mínimo de 1”.
Utilização de acessórios, assim como condulete ou caixa de sobrepor em alumínio, tampa cega UNIDUT, abraçadeira tipo D com cunha de aperto, suportes para eletrocalha e leito aramado, parafuso, bucha, arruela, porcas e demais acessórios.
A quantidade máxima de cabos nos eletrodutos flexíveis deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Instalação aparente de eletrocalha de aço galvanizado, dimensões de até 500 x 100 mm, perfurada ou lisa, septada, com tampa e acessórios.
Utilização de acessórios, assim como tampa, curva, derivação TE, saída de cabo, cruzeta, curva, junção, cordoalha chata flexível, suporte, tirante, mão francesa, suspensão para tirante, bucha, parafuso, porcas, arruela, pinos de fixação tipo Walsiva e demais acessórios.
Interligação de eletrocalhas/perfilados por meio de cordoalha chata flexível em cobre.
Aterramento de eletrocalha/perfilado ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCE ou QDGI/ QDCI.
A quantidade máxima de cabos por eletrocalha ou perfilado deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Utilização aparente de leito aramado de aço galvanizado, dimensões de até 500 x 100 mm, com acessórios.
Utilização de acessórios, assim como cruzeta horizontal 90º, curva horizontal 45º, curva horizontal 90º, curva vertical externa 45º, curva vertical externa 90º, curva vertical interna 45º, curva vertical interna 90º, redução concêntrica, TE horizontal, emenda, cordoalha chata flexível, gancho de suspensão, tirante, mão francesa, bucha, parafuso, arruela, porcas, presilhas, pinos de fixação tipo Walsiva e demais acessórios.
Interligação de leitos através de cordoalha chata flexível em cobre.
Aterramento dos leitos ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos nos leitos deve obedecer às normas de caminhos e espaços e a EIA/TIA.
Utilização aparente de canaleta em material termoplástico auto extinguível ou alumínio, septada, com tampa e acessórios, para passagem de cabos UTP CAT 5e/ 6.
Utilização de acessórios, assim como tampa, curva, cruzamento, segmento, adaptador para eletroduto, cordoalha chata flexível, bucha de redução, tampão, luva de arremate, tampa terminal, arremate de parede, derivação TE, suporte, parafuso, bucha, porcas, demais acessórios.
Instalação aparente de canaleta meia-lua ou abaulada de piso em material termoplástico auto extinguível ou alumínio, septada, com tampa e acessórios, para passagem de patch cords UTP.
Utilização de acessórios, assim, como tampa, curva, tampa terminal, arremate de parede, derivação, suporte, parafuso, bucha, porcas e demais acessórios.
Aterramento da canaleta ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos nas canaletas deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Se a estação de trabalho se encontrar em área onde possuir circulação ao seu redor, recomenda-se a utilização de poste ou coluna de tomadas.
Utilização aparente de poste ou coluna de tomadas em chapa de aço galvanizada com pintura eletrostática e texturizada, septado.
Utilização de acessórios como base, arremates, tampas, suportes para tomada de energia, suporte para tomada RJ-45, sapatas de fixação, cordoalha chata flexível, parafuso, bucha, porcas e demais acessórios.
O travamento mecânico do poste ou da coluna deve ser executado no piso e no teto.
O poste ou coluna deve possuir canaleta própria para comportar rede de energia elétrica e comunicação.
Aterramento de poste ou coluna, construída em material metálico, ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos por poste ou coluna de tomada deve obedecer às normas de caminhos e espaços e a EIA/TIA.
Utilização e buchas e arruelas de alumínio para acabamento das extremidades dos eletrodutos.
Utilização de abraçadeiras tipo D com cunha de aperto.
Recomenda-se espaçamento de 1,5 m entre abraçadeiras.
Caixa de saída dos pontos de telecomunicações:
Utilização de conduletes de alumínio.
Utilização de caixas e/ou suportes de tomadas para poste e/ou coluna de tomadas.
Utilização de caixa de superfície. Esta deve ser manufaturada em material plástico de alto impacto e retardante a chamas. Deve também ter marcação numérica para cada orifício. A caixa de montagem em superfície deve proporcionar encaixe perfeito para tomada, tampão e ícone. A cor deve ser neutra e de acordo com a cor de tomada e tampão.
Utilização de condulete de alumínio.
Utilização de caixa até 40 x 40 x 15 cm, observando a quantidade de cabos passantes.
Utilização de eletrodutos, curvas e luvas de ferro galvanizado, rosqueável, nas áreas internas e externas da edificação, com diâmetro mínimo de 1’’.
Se existir forro de teto, os eletrodutos poderão ser acomodados no entre forro.
A quantidade máxima de cabos nos eletrodutos deve obedecer às normas de caminhos e espaços e EIA/TIA.
Utilização aparente de eletroduto flexível corrugado tipo “seal tube”, galvanizado, revestido em PVC antichamas, diâmetro nominal mínimo de 1”.
Utilização de acessórios como: condulete ou caixa de sobrepor em alumínio, tampa cega UNIDUT, abraçadeira tipo D com cunha de aperto, suportes para eletrocalha e leito aramado, parafuso, bucha, arruela, porcas e demais acessórios.
A quantidade máxima de cabos por eletroduto flexível deve obedecer às normas de caminhos e espaços e a EIA/TIA.
Instalação aparente de eletrocalha de aço galvanizado, dimensões de até 500 x 100 mm, perfurada ou lisa, septada, com tampa e acessórios.
Utilização de acessórios, assim como tampa, curva, derivação TE, saída de cabo, cruzeta, curva, junção, cordoalha chata flexível, suporte, tirante, mão francesa, suspensão para tirante, bucha, parafuso, porcas, arruela, pinos de fixação tipo Walsiva e demais acessórios.
Interligar eletrocalhas e perfilados através de cordoalha chata flexível em cobre.
Aterramento das eletrocalhas e perfilados ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos por eletrocalha ou perfilado deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Utilização aparente de leito aramado de aço galvanizado, dimensões de até 500 x 100 mm, com acessórios.
Utilização de acessórios como: cruzeta horizontal 90º, curva horizontal 45º, curva horizontal 90º, curva vertical externa 45º, curva vertical externa 90º, curva vertical interna 45º, curva vertical interna 90º, redução concêntrica, TE horizontal, emenda, cordoalha chata flexível, gancho de suspensão, tirante, mão francesa, bucha, parafuso, arruela, porcas, presilhas, pinos de fixação tipo Walsiva e demais acessórios.
Interligar os leitos através de cordoalha chata flexível em cobre.
Aterramento dos leitos ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos nos leitos deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Utilização aparente de canaleta de alumínio, septada, com tampa e acessórios.
Utilização de acessórios, assim como tampa, curva, cruzamento, segmento, adaptador para eletroduto, cordoalha chata flexível, bucha de redução, tampão, luva de arremate, tampa terminal, arremate de parede, derivação TE, suporte, parafuso, bucha, porcas, demais acessórios.
Instalação aparente de canaleta meia-lua ou abaulada de piso em material termoplástico auto extinguível ou alumínio, septada, com tampa e acessórios, para passagem de cabos flexíveis.
Utilização de acessórios como: tampa, curva, tampa terminal, arremate de parede, derivação, suporte, parafuso, bucha, porcas e demais acessórios.
Aterramento da canaleta, ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos por canaleta deve obedecer às normas de caminhos e espaços e da EIA/TIA.
Se a estação de trabalho estiver em área central com circulação de pessoas em seu entorno, recomenda-se a utilização de poste ou coluna de tomadas.
Utilização aparente de poste ou coluna de tomadas em chapa de aço galvanizada com pintura eletrostática e texturizada, septado.
Utilização de acessórios como: base, arremates, tampas, suportes para tomada de energia, suporte para tomada RJ-45, sapatas de fixação, cordoalha chata flexível, parafuso, bucha, porcas e demais acessórios.
O travamento mecânico do poste ou da coluna deve ser efetuado no piso e no teto.
O poste ou coluna deve possuir canaleta própria para abrigar rede de energia elétrica e telecomunicação.
Aterramento de poste ou coluna, sendo construída em material metálico, ao barramento de terra dos QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
A quantidade máxima de cabos por poste ou coluna de tomadas deve obedecer às normas de caminhos e espaços e a EIA/TIA.
Utilização e buchas e arruelas de alumínio para acabamento das extremidades dos eletrodutos.
Utilização de abraçadeiras tipo D com cunha de aperto.
Recomenda-se espaçamento de 1,5 metros entre abraçadeiras.
Caixas para tomada e de passagem:
Utilização de condulete de alumínio.
Utilização de caixa e/ou suporte de tomadas para poste ou coluna de tomadas.
Utilização de caixa até 40x40 cm observando a quantidade de cabos passantes.
Se não houver espaço para acoplamento do disjuntor de proteção de prumada (alimentação) no quadro de distribuição de circuitos (QDC), o mesmo poderá ser instalado em uma caixa de sobrepor apropriada próxima ao QDC.
Utilização de caixa de sobrepor em material termoplástico ou metálico, dimensão mínima de 250 x 250 x 150 mm.
Utilização de acessórios, tais como: placa de montagem, porta com fecho, protetor de bornes para disjuntores, anilhas, etiquetas para identificação, parafusos e demais acessórios.
Quadro de Distribuição Nobreak (QDNB):
Ser em caixa de sobrepor em chapa de aço pintada em epóxi, com placa de montagem interna removível e porta com fecho.
Possuir barramentos de fases, neutro e terra de cobre eletrolítico.
Deverá ser previsto, no mínimo, 03 barramentos secundários de fases reservas.
Possuir trilho de fixação com engate rápido para disjuntores e protetor contra surtos (DPS).
Conter conectores unipolares instalados em trilho-suporte, para conexão de condutores.
Placas de identificação de construção em materiais não inflamáveis para a chave reversora, que deve fixada na porta do quadro, com as seguintes inscrições: rede, desligado, nobreak.
Possuir espelho interno em placa de policarbonato ou metálica para proteção conforme anexo II da NBR-5410.
Plaqueta ou etiqueta de identificação indelével para o disjuntor e a chave reversora, fixada no espelho interno.
Conter disjuntores para a proteção dos circuitos de tomadas.
Ser exclusivo para os equipamentos de informática.
O QDNB deverá estar interligado ao nobreak próximo ao AT.
O topo do QDNB deverá estar a 1,80 metros do piso.
O QDNB deverá conter os disjuntores: de proteção geral, de entrada e saída do nobreak, de distribuição de circuitos, das prumadas dos quadros de distribuição de circuitos e também para um mecanismo de by pass para possibilitar a utilização da energia estabilizada ou da energia comum.
Para a instalação do QDNB deverá ser prevista prumada de alimentação para a demanda especificada em projeto.
Aterramento da carcaça, da placa de montagem e porta do QDNB.
Quadro de Distribuição Geral de Informática (QDGI):
Ser em caixa de sobrepor em chapa de aço pintada em epóxi, com placa de montagem interna removível e porta com fecho.
Possuir barramentos de fases, neutro e terra de cobre eletrolítico.
Deverá ser previsto, no mínimo, 03 barramentos secundários de fases reservas.
Possuir trilho de fixação com engate rápido para disjuntores e protetor contra surtos (DPS).
Conter conectores unipolares instalados em trilho-suporte, para conexão de condutores.
Possuir espelho interno em placa de policarbonato ou metálica para proteção conforme anexo II da NBR-5410.
Plaquetas ou etiquetas de identificação indeléveis para os disjuntores, fixadas no espelho interno.
Conter disjuntores para a proteção dos circuitos de tomadas.
Ser exclusivo para os equipamentos de informática.
O topo do QDGI deverá estar a 1,80 metros do piso.
O QDGI deverá conter os disjuntores: de proteção geral e das prumadas dos quadros de distribuição de circuitos quando existirem.
Para a instalação do QDGI deverá ser prevista a alimentação de quadro existente para atender a demanda especificada em projeto.
Aterramento da carcaça, da placa de montagem e porta do QDGI.
Quadro de Distribuição de Circuitos Estabilizados/Informática (QDCE/QDCI):
Ser em caixa de sobrepor em chapa de aço pintada em epóxi, com placa de montagem interna removível e porta com fecho.
Possuir barramentos de fases, neutro e terra de cobre eletrolítico.
Deverá ser previsto, no mínimo, 03 barramentos secundários de fases reservas.
Possuir trilho de fixação com engate rápido para disjuntores.
Conter conectores unipolares instalados em trilho-suporte, para conexão de condutores.
Possuir espelho interno em placa de policarbonato ou metálica para proteção conforme anexo ll da NBR-5410.
Plaqueta ou etiqueta de identificação indelével para disjuntor, fixada no espelho interno.
Deverá conter disjuntores para a proteção geral e para os circuitos de tomadas.
Deverá (ão) ser exclusivo (s) para os equipamentos de informática.
Os QDCEs/QDCIs deverão estar interligados ao QDGE/QDNB/QDGI, com condutores e protetores devidamente dimensionados.
O topo do(s) QDCEs/QDCIs deverá estar a 1,80 metros do piso.
Aterramento da carcaça, da placa de montagem e porta do (s) QDCEs/QDCIs.
Quadro de Distribuição Geral Estabilizado (QDGE):
Quadro elétrico pré-existente a ser mantido e que possui estabilizador de tensão em operação. Este quadro deve obedecer as mesmas características de montagem do QDNB (subitem 1.3.21).
REDE DE ENERGIA ELÉTRICA ESTABILIZADA/NÃO ESTABILIZADA: A rede de energia elétrica deve ser projetada e construída em conformidade com as normas da ABNT e NBR-5410. Se a rede for estabilizada, a mesma deverá possuir um nobreak/estabilizador de tensão, para evitar as variações de tensões sobre os equipamentos de dados como modem, roteador, impressora, ativos de rede, micros e etc.
Utilização de condutores elétricos flexíveis, anti chamas, não halogenado (afumex), com baixa emissão de fumaça e gases (não propagante à chama), isolamento para 1 kV, seção nominal mínima de 2,5 mm², nas cores preto (fase), azul (neutro) e verde (terra).
Utilização de cabo tripolar constituído por condutores de cobre, flexível, isolações de PVC nas cores preto, azul e verde, capa interna e cobertura de PVC, anti chamas, não alogenado, com baixa emissão de fumaça e gases, tensão de isolamento para 1 kV, seção nominal mínima de 2,5 mm².
Identificação de todos os condutores empregados, por meio de anilhas ou etiquetas legíveis e indeléveis, fixadas nas extremidades.
Deverá ser instalada uma tomada para cada microcomputador, impressora matricial, impressora jato de tinta, impressora laser, multifuncional, copiadora, scanner, CPCT e para os ativos de rede no rack, considerando as seguintes potências dos equipamentos: 150W para microcomputador, 150W para impressora matricial ou jato de tinta ou scanner ou CPCT, 600W para impressora ou fax laser, 1000W para multifuncional ou copiadora e 100W para cada ativo de rede.
Utilização de tomada padrão brasileiro (conforme norma NBR 14136) 10 A e/ou 20 A, 250 V.
Utilização de plugue e receptáculo de tomada industrial (conforme norma NBR IEC 60309-1), 2P+T, até 32 A, 200 a 250 V, anilha, etiqueta para identificação, placa de alerta de segurança, solda, isolamento e demais acessórios.
Todas as tomadas deverão ser identificadas por meio de etiquetas legíveis e indeléveis fixadas nas tampas das caixas.
Deverá ser utilizado circuito elétrico exclusivo para cada impressora laser, multifuncional e copiadora.
Junto ao AT, para os ativos de rede, deverá ser instalada uma tomada em circuito elétrico exclusivo, considerando as seguintes potências dos equipamentos: 100W para modem, 100W para roteador e 100W para cada ativo de rede.
Toda tomada para atendimento de impressora laser, multifuncional e copiadora deverá ser devidamente identificada com etiqueta indelével e expressão “LASER” assim como o circuito correspondente no QDNB/ QDGE/ QDCEs ou QDGI/ QDCIs.
Fornecimento de adaptadores de tomada padrão brasileiro (conforme norma NBR 14136) 10 A e/ou 20 A, 250 V, para padrão 2P + T pino chato ou de tomada padrão 2P + T pino chato para padrão brasileiro (conforme norma NBR 14136) 10 A e/ou 20 A, 250 V.
Fornecimento de cabo de força tipo “Y”, padrão NEMA com um conector macho padrão brasileiro (NBR 14136), dois conectores IEC-13 fêmea C13, comprimento mínimo de 1,5m, em cabo tripolar 3 x 0,75mm², 750v, conforme a NBR 13249 e NBR 6147.
O disjuntor de proteção da prumada de alimentação do quadro (informática) deverá ser de padrão NEMA/IEC (DIN).
Os disjuntores de proteção geral do quadro e de entrada do estabilizador de tensão/NOBREAK deverão ser de padrão NEMA/IEC (DIN). Já o disjuntor de saída do estabilizador/nobreak de padrão IEC (DIN) e possuir uma curva do tipo “C” de resposta mais lenta para desarme, devido ao pico de corrente na partida do equipamento.
Os disjuntores de proteções dos circuitos deverão ser de padrão IEC (DIN), possuir curva do tipo “B”/ “C”, serem fixados pela base por engate rápido sobre trilho.
Cada produto deverá respeitar ou reforçar as performances do sistema na coordenação: capacidade de interrupção, Icn, aquecimentos para maior segurança, continuidade de serviço (seletividade) ou otimização econômica (filiação).
A seletividade deverá assegurar a coordenação entre as características de funcionamento de disjuntores montados em série. Em caso de falha a jusante, somente o disjuntor colocado imediatamente a montante da falha desligará.
Utilizar disjuntores eletromagnéticos monopolares, bipolares e tripolares, conforme a norma ABNT/NBR-NM 60898.
O disjuntor de proteção da prumada de alimentação do quadro deverá seguir o padrão existente do QDC.
O disjuntor de proteção geral do quadro deverá ser de padrão IEC (DIN) e possuir uma curva do tipo “C” de resposta mais lenta para desarme, devido ao pico de corrente na partida do equipamento.
Os disjuntores de proteções dos circuitos deverão ser de padrão IEC (DIN) e possuir curva do tipo “B”/ “C”, serem fixados pela base por engate rápido sobre trilho.
Cada produto deverá respeitar ou reforçar as performances do sistema na coordenação: capacidade de interrupção, Icn, aquecimentos para maior segurança, continuidade de serviço (seletividade) ou otimização econômica (filiação).
A seletividade deverá assegurar a coordenação entre as características de funcionamento de disjuntores montados em série. Em caso de falha a jusante, somente o disjuntor colocado imediatamente a montante da falha desligará.
Utilizar disjuntores eletromagnéticos monopolares, bipolares e tripolares, conforme a norma ABNT/NBR-NM 60898.
Chave reversora (apenas para rede estabilizada/nobreak):
Chave reversora (mecanismo de by pass) de quatro polos (3 Fases + Neutro) e três polos (2 Fases + Neutro) dependendo da carga instalada. A chave reversora deverá ser de montagem pelo topo e instalada na porta do quadro.
Proteção contra surtos – DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos):
Os dispositivos de proteção contra surtos deverão proteger instalações elétricas contra as descargas diretas, classe I e indiretas, classe II e III.
Utilizar DPS, corrente máxima de descarga entre 35 e 50 kA para classe I, entre 12 e 65 kA para classe II e 8 kA para classe III, com fixação em base de engate rápido sobre trilho, conforme a norma IEC-61643.
Utilizar um protetor para cada fase e para o neutro.
Interruptor diferencial residual (DR)
Deverão ter sensibilidade para uma corrente de 300 mA, ser do tipo AC, para proteção contra contato indireto.
Será permitida a utilização de disjuntor com proteção diferencial (DDR), desde que o mesmo atenda os requisitos anteriores para DR e Disjuntor.
Especificar e detalhar os cabos de alimentação e retorno do nobreak, obedecendo às especificações do fabricante.
O nobreak será fornecido pelo Contratante.
Se a edificação não possuir sistema proteção contra descarga atmosférica (SPDA), o Contratado deverá projetar malha de aterramento específico para atender as instalações de informática, mínimo de hastes e de acordo com a NBR5419.
Sistema de aterramento deverá possuir padrão eletrônico, com valor ôhmico de resistência de terra igual ou inferior a 5 ohms.
Relatório de medição do sistema de aterramento, especificando o valor da resistência de terra apresentada em cada localidade.
Prever a interligação de aterramento ao barramento de equipotencialização principal (BEP) nos locais que contar com o sistema de proteção contra descarga atmosférica (SPDA)
Cordoalha de cobre com seção nominal mínima de 16 mm².
Utilização de acessórios, tais como: haste de aterramento tipo copperweld, diâmetro mínimo de 5/8’’ e comprimento mínimo de 2,40m, conector cunha, luvas de emenda, solda exotérmica, parafuso de cravação, grampo terra duplo com parafuso tipo U, grampo de aterramento, caixa de inspeção com tampa em ferro fundido e demais acessórios, conforme a norma NBR 5419.
SALA DE EQUIPAMENTOS “SEQ”: Sala com a finalidade de abrigar os equipamentos: rack (Armário de Telecomunicação), CPCT (Central Privativa de Comutação Telefônica – PABX), nobreak, QDGE (Quadro de Distribuição Geral Estabilizado), estabilizador de tensão, QDGI (Quadro de Distribuição de informática), um microcomputador para controle de chamadas, dispositivos de armazenamento (Storages), biblioteca de fitas (Tape Library), servidores de uso geral (file servers, antivírus, Banco de dados, aplicações, etc.) ou outro equipamento de rede (switches, equipamentos das operadoras de telecomunicação).
Atendimento a norma NBR–14565 a EIA/TIA–569 e a NBR-5410.
Prover fechamento da SEQ em divisória comum para ambientes abertos, observando o padrão de cores de divisórias existentes, com, pelo menos, 01 porta (com chaves), para acesso.
A dimensão da sala de equipamentos deverá ser compatível com os equipamentos a serem abrigados, respeitando-se as dimensões do AT, do QDGE/QDGI e do estabilizador de tensão/nobreak ou QDCE/QDCI e área de manobra de manutenção.
Os espaçamentos mínimos a serem observados:
Entre as laterais do AT e QDGE/QDGI/QDNB deverá ser de 50 cm;
O tamanho mínimo da sala conforme layout.
A abertura da porta, pelo lado interno dos locais, deve ser possível sem o uso de chaves, mesmo que a porta seja fechada à chave pelo lado de fora - item 5.1.6.5 da NBR-5410.
Se a Unidade Contratante demandar de condições construtivas específicas não relacionadas neste documento, mas dentro do escopo da contratação e que podem ser cobertas pela planilha de serviços descritos no Termo de Referência e submetida para análise e validação pela equipe técnica da CONTRATANTE, as mesmas podem ser especificadas pela Unidade Contratante e farão parte do escopo da Contratação.
| | Documento assinado eletronicamente por José Geraldo Carlos, Servidor(a) Público(a), em 26/08/2025, às 14:18, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 47.222, de 26 de julho de 2017. |
| | Documento assinado eletronicamente por Alber Vinicius Duque da Silveira, Diretor (a), em 26/08/2025, às 14:21, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 47.222, de 26 de julho de 2017. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site http://sei.mg.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 120810055 e o código CRC 57DBD3E6. |
| Referência: Processo nº 1500.01.0208721/2024-76 | SEI nº 120810055 |